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Os “perrengues” de quem tem Hipermobilidade e Síndrome de Ehlers-Danlos

Mateus Lamari · data não recuperada

Se você tem hipermobilidade ou Síndrome de Ehlers-Danlos, sabe que a vida pode ter uns ‘perrengues’ diferentes no dia a dia… e quem não vive isso nem imagina. Traremos aqui algumas dessas dificuldades que muitos enfrentam.

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Primeiro, a dor. Não é só dor depois de um treino pesado, mas sim uma dor constante nas articulações, músculos e até na pele.

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Outra dificuldade comum é a fadiga: a sensação de cansaço extremo mesmo em atividades simples, como subir as escadas ou ficar muito tempo em pé.

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E tem também a instabilidade articular — o famoso ‘desencaixar’ de articulações: torcer o tornozelo à toa, sentir o joelho sair do lugar ou ter subluxações repetidas.

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Muita gente ainda enfrenta problemas de disautonomia, como tonturas ao levantar, palpitações e dificuldade em regular a temperatura do corpo.

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E para completar, tarefas simples do dia a dia podem virar um desafio: segurar uma sacola pesada, ficar sentado(a) por muito tempo, praticar esporte sem preparo, ou até explicar para os outros que não é ‘frescura’, mas sim parte da condição.

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O mais importante é entender que essas dificuldades não definem a pessoa. Com acompanhamento adequado, fisioterapia, fortalecimento, ajustes de rotina e apoio multidisciplinar, é possível ter qualidade de vida.

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Então, se você se identificou com esses perrengues, saiba que não está sozinho(a). Muitas pessoas com hipermobilidade e Ehlers-Danlos passam pelas mesmas situações — e existe tratamento, estratégias e muita coisa que pode ajudar no dia a dia.

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Para mais informações, diagnóstico, tratamento e aconselhamentos, entre em contato com a Clínica Lamari.

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A Clínica Lamari atende em São José do Rio Preto — Rua General Glicério, 5346.

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